É uma doença associada a alterações funcionais e/ou estruturais de órgãos como coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos e também a alterações metabólicas, que têm como consequência o aumento da pressão que o sangue exerce na parede das artérias.
Fatores de Risco para Hipertensão:
Em muitos casos não há uma causa específica para a hipertensão, podendo esta podendo ter sido consequência de vários fatores, então ela é chamada genericamente de Hipertensão Arterial Sistêmica ou simplesmente Hipertensão primária. Do contrário, quando se tem uma causa específica, hipertensão devido uma nefropatia especificada, temos a hipertensão secundária.
Para evitar a hipertensão deve-se tratar doenças que possam ocasioná-la e controlar e/ou eliminar fatores de risco. É sabido que agir desta forma não exclui a possibilidade de apresentar a doença, mas também dos indivíduos que não o fazem para os que o fazem, estes têm chances infinitamente menores de desenvolver a doença.
O tratamento da hipertensão está baseado em terapia medicamentosa e nutricional e em atividades físicas regulares. A aferição periódica da pressão arterial é de grande valia neste processo.
Os medicamentos usados variam conforme a necessidade do paciente e são definidos após exames específicos solicitados por um cardiologista.
Tipos de medicamentos utilizados na hipertensão:
Técnicas de aferição da pressão arterial:
No posto de saúde ou no hospital, a equipe de enfermagem é quem está mais próxima do paciente, sendo, em consequência disto, alvo de sua confiança e espontaneidade. E ela deve se valer disso para alcançar seus objetivos em prol da saúde de seu cliente!
O papel do enfermeiro junto ao cliente hipertenso consiste em orientá-lo quanto a adesão ao tratamento, a importância de cada atividade solicitada e, principalmente, acompanhar a evolução do tratamento.
A equipe de enfermagem, geralmente, é a responsável pelo controle semanal ou diário da pressão arterial (PA) do paciente. Ela a afere e avalia seus resultados que, sendo bom, prescreve medidas para manter e se ruim, procura encontrar o que está causando isso, se é a inadaptação ao medicamento, realização do tratamento de forma incorreta, medo do paciente em se tornar dependente do remédio, como já ouvi vários pacientes relatarem. Então, nos dois últimos casos, a função do enfermeiro deve ser de orientar e esclarecer esse cliente.
Fatores de Risco para Hipertensão:
- Idade - aumenta o número de casos em >65 anos, com prevalência em mais de 60% destes;
- Sexo - o número de casos entre homens e mulheres é muito próximo, no entanto entre homens, a maior incidência está em menores de 50 anos e decai após essa idade;
- Raça - é duas vezes mais prevalente em não-brancos;
- IMC - quando em indivíduos com excesso de peso ou obesos ela é identificada mesmo em jovens;
- Dieta - ingestão excessiva de sódio, aqui vale ressaltar que em alimentos industrializados, mesmo os doces, há uma quantidade considerável deste elemento;
- Etilismo - ingestão de álcool por períodos prolongados;
- Sedentarismo - que além de favorecer a doença por si só, também é um estímulo ao aparecimento de fator de risco já mencionado, o sobrepeso;
- Genética - um fator importante
- Socioeconômico - foi verificada maior incidência entre indivíduos com baixa escolaridade (creio que este se deva a questão da informação sobre a doença).
Em muitos casos não há uma causa específica para a hipertensão, podendo esta podendo ter sido consequência de vários fatores, então ela é chamada genericamente de Hipertensão Arterial Sistêmica ou simplesmente Hipertensão primária. Do contrário, quando se tem uma causa específica, hipertensão devido uma nefropatia especificada, temos a hipertensão secundária.
Para evitar a hipertensão deve-se tratar doenças que possam ocasioná-la e controlar e/ou eliminar fatores de risco. É sabido que agir desta forma não exclui a possibilidade de apresentar a doença, mas também dos indivíduos que não o fazem para os que o fazem, estes têm chances infinitamente menores de desenvolver a doença.
O tratamento da hipertensão está baseado em terapia medicamentosa e nutricional e em atividades físicas regulares. A aferição periódica da pressão arterial é de grande valia neste processo.
Os medicamentos usados variam conforme a necessidade do paciente e são definidos após exames específicos solicitados por um cardiologista.
Tipos de medicamentos utilizados na hipertensão:
Técnicas de aferição da pressão arterial:
- Técnica Auscultatória - em que se utiliza o esfigmomanômetro de coluna de mercúrio ou aneróide;
- Técnica Oscilométrica - da qual se utiliza os aparelhos semiautomáticos digitais de braço (Os aparelhos de medida no punho ou dedo não são recomendados, embora haja alguns validados).
No posto de saúde ou no hospital, a equipe de enfermagem é quem está mais próxima do paciente, sendo, em consequência disto, alvo de sua confiança e espontaneidade. E ela deve se valer disso para alcançar seus objetivos em prol da saúde de seu cliente!
O papel do enfermeiro junto ao cliente hipertenso consiste em orientá-lo quanto a adesão ao tratamento, a importância de cada atividade solicitada e, principalmente, acompanhar a evolução do tratamento.
A equipe de enfermagem, geralmente, é a responsável pelo controle semanal ou diário da pressão arterial (PA) do paciente. Ela a afere e avalia seus resultados que, sendo bom, prescreve medidas para manter e se ruim, procura encontrar o que está causando isso, se é a inadaptação ao medicamento, realização do tratamento de forma incorreta, medo do paciente em se tornar dependente do remédio, como já ouvi vários pacientes relatarem. Então, nos dois últimos casos, a função do enfermeiro deve ser de orientar e esclarecer esse cliente.


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